
Na tarde desta quinta-feira, 15, uma dona de casa de 49 anos, residente em Jaru, solicitou auxílio para transferir seu filho de 23 anos para Porto Velho. O jovem, que sofre de esquizofrenia, foi internado no Hospital Regional de Vilhena após um surto, mas conseguiu fugir da unidade. Atualmente, ele se encontra em casa, onde frequentemente escapa, o que preocupa a mãe.
A entrevistada relatou que, apesar de seus apelos, as autoridades de Saúde de Vilhena não realizam a transferência do jovem para um hospital em Porto Velho que possua uma ala psiquiátrica adequada. “No caso dele, só na grade para segurar”, admite a mãe, que há mais de dois anos deixou de trabalhar para cuidar do filho e de seu irmão mais novo, que é autista.
A situação se agrava, pois a mãe está tentando, por meio da Defensoria Pública, a internação compulsória do filho mais velho em uma clínica psiquiátrica. Ela revelou que é comum o jovem ser agredido na rua, retornando para casa com hematomas. Os agressores, segundo ela, não compreendem a gravidade dos problemas psiquiátricos que o jovem enfrenta.
Com a única fonte de renda proveniente do benefício de um dos filhos, a mãe faz um apelo para que, na próxima vez em que o jovem for atendido no Hospital Regional, a direção da unidade de saúde encaminhe o paciente para uma instituição na capital, onde ele possa ser mantido em segurança. A imagem que ilustra esta reportagem foi enviada pela própria mãe do rapaz, que autorizou sua divulgação na esperança de que as pessoas parem de agredi-lo.
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Fonte: Informações do site jaruonline.com.br




















