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Presidente da Expojipa é procurado pela Polícia Civil por envolvimento na morte de jovens em área de conflito

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A Polícia Civil de Rondônia divulgou, nesta quinta-feira (8), a imagem de Sérgio Sussumo Suganuma, presidente da Expojipa e da Associação Rural de Rondônia, como procurado. Ele é acusado de participar da morte de Ruan Lucas Hildebrandt, de 18 anos, e Alysson Henrique de Sá Lopes, de 23 anos. O crime ocorreu em uma região marcada por conflitos agrários, o que intensifica a gravidade da situação.

O mandado de prisão preventiva foi expedido em 14 de setembro, após a suspensão do julgamento do caso, que ocorreu devido ao abandono da sessão pelos advogados de defesa. Desde então, Sérgio Sussumo Suganuma é considerado foragido da Justiça, já se passando mais de 20 dias desde a emissão do mandado. Os crimes em questão ocorreram entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2016, nas proximidades de uma fazenda na zona rural de Cujubim (RO). O corpo de Alysson foi encontrado carbonizado dentro de um veículo, enquanto o de Ruan Lucas permanece desaparecido.

O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) solicitou a prisão preventiva dos acusados até que um novo julgamento seja realizado, argumentando que essa medida é necessária para garantir a aplicação da lei penal e a regularidade do processo. Além disso, a Justiça determinou que os réus arcarão com os custos e despesas decorrentes do cancelamento da sessão. De acordo com a denúncia, Sérgio Sussumo Suganuma teria sido contratado pelo proprietário da fazenda, Paulo Iwakami, para organizar um grupo de segurança privada e clandestina, com o objetivo de impedir a entrada de ocupantes na propriedade, recebendo R$ 105 mil por seus serviços.

No dia 1º de fevereiro de 2016, o corpo de Alysson foi encontrado carbonizado nas proximidades da fazenda. As buscas por Ruan Lucas começaram no mesmo dia, mas, apesar dos esforços, o jovem não foi localizado. As buscas foram encerradas quatro dias depois, e seu corpo continua desaparecido. Segundo o MP-RO, os réus Rivaldo de Souza, Moisés Ferreira de Souza e Jonas Augusto dos Santos Silva foram presos no dia do julgamento, evidenciando a gravidade da situação e a necessidade de justiça para as vítimas.

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Fonte: Informações do site jaruonline.com.br

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