
Legado e propostas reforçam proteção às vítimas e punição aos agressores
Mariana Carvalho, candidata ao Senado pelo Republicanos, acredita que proteger uma mulher vai além de simplesmente fornecer uma medida protetiva e esperar que ela funcione. Para ela, é fundamental garantir uma resposta rápida entre a denúncia e a proteção efetiva da vítima, com a presença da polícia, monitoramento de agressores de alto risco e atendimento especializado. Mariana destaca que a medida protetiva deve realmente cumprir seu papel de proteção, pois muitas mulheres que denunciaram agressões ainda perderam a vida devido à falta de ações mais contundentes.
“A medida protetiva precisa realmente proteger. A gente vê mulheres que denunciaram uma vez, denunciaram outra e, mesmo assim, perderam a vida por falta de uma ação mais dura. Não podemos esperar que uma mulher vire apenas mais uma história para ser contada quando podemos salvar essa vida. Quero trabalhar para que a Patrulha Maria da Penha chegue a todo o estado, para que a mulher tenha onde pedir socorro e para que o agressor seja tratado como criminoso, responda pelo que fez e pague por isso. Essa será uma bandeira que vou defender no Senado por Rondônia e pelas mulheres do Brasil”, afirma Mariana.
A candidata também menciona seu trabalho na Câmara, onde foi coautora da proposta que resultou na Lei 13.871/2019, que obriga o agressor a ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) pelos gastos com o tratamento da vítima e pelos custos dos dispositivos utilizados para sua proteção. Durante seu mandato, Mariana destinou recursos para a Patrulha Maria da Penha em Porto Velho e para estruturas de atendimento às mulheres no interior, ressaltando a importância do acompanhamento das mulheres com medidas protetivas e a fiscalização do seu cumprimento.
Mariana propõe avançar nesse trabalho com o monitoramento eletrônico de agressores de alto risco, o fortalecimento da Patrulha Maria da Penha, a integração entre o Judiciário e as forças de segurança, além da ampliação da rede de atendimento e acolhimento. Sua proposta também abrange o período pós-violência, com foco em qualificação, emprego e empreendedorismo para que as mulheres possam reconstruir sua autonomia, além de proteção aos filhos de vítimas de feminicídio e o enfrentamento de diversas formas de violência digital. Para Mariana, é crucial que a proteção chegue antes que seja tarde, garantindo que as mulheres tenham acesso a delegacias especializadas e a uma rede de apoio eficaz quando pedem ajuda.
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Fonte: Informações do site jaruonline.com.br





















