
Iniciativas implementadas pelo governo de Rondônia, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), em colaboração com as forças de segurança e outras instituições dedicadas à proteção dos recursos naturais, resultaram em uma significativa redução de 34,9% na área desmatada. Os dados, provenientes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e confirmados pela Coordenadoria de Geociências (Cogeo), referem-se ao período entre agosto de 2025 e julho de 2026. Entre as ações destacadas estão as operações de fiscalização e combate a ilícitos ambientais, além das operações Hileia e Verde Rondônia, que visam a prevenção do desmatamento.
O trabalho do governo também abrange o monitoramento contínuo de alertas, o que possibilita a identificação de áreas sob pressão ambiental e a alocação de equipes em regiões prioritárias. Além da fiscalização, o governo estadual investe em educação ambiental e na mobilização da sociedade, estimulando a participação da população na conservação das florestas. Essas iniciativas têm como objetivo fortalecer a proteção da biodiversidade, promover o uso sustentável dos recursos naturais e contribuir para a redução do desmatamento em Rondônia.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os resultados obtidos reforçam as ações de preservação ambiental, que são realizadas por meio de atividades integradas de prevenção, fiscalização e conscientização da população. “A redução de 34,9% na área desmatada evidencia a importância do trabalho conjunto entre o governo do estado, as forças de segurança e as instituições parceiras. O objetivo é fortalecer as ações de prevenção, fiscalização e conscientização, conciliando o desenvolvimento do estado com a proteção do patrimônio ambiental”, destacou.
O coordenador da Cogeo, Paulo Sergio Mendes dos Santos Junior, ressaltou que o uso de tecnologias e o acompanhamento sistemático dos dados de desmatamento são essenciais para identificar áreas críticas, orientar ações de fiscalização e subsidiar a tomada de decisões na gestão ambiental. “Os dados do INPE permitem acompanhar a dinâmica do desmatamento a partir de informações geoespaciais e séries históricas de monitoramento. Essas informações, associadas aos alertas de desmatamento e às ferramentas de geoprocessamento, contribuem para direcionar as ações de controle e fiscalização, priorizar áreas com maior pressão ambiental e aprimorar o planejamento das políticas públicas de proteção florestal”, explicou. O titular da Sedam, Marco Antonio Lagos, também enfatizou a importância do monitoramento ambiental e das operações de fiscalização, destacando que a área desmatada passou de 229 km² para 149 km², representando uma diminuição de 80 km² em comparação com o ciclo anterior.
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Fonte: Informações do site jaruonline.com.br





















