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Operação Regresso é deflagrada em Rondônia; Ouro Preto (RO) também está na lista

Porto Velho, RO – Na manhã deste sábado, 21 de março de 2026, foi deflagrada a Operação Regresso, resultado de uma ação integrada de combate ao crime organizado no Estado de Rondônia. A operação envolve o Ministério Público do Estado de Rondônia, a Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania, a Secretaria de Estado de Justiça, a Polícia Militar do Estado de Rondônia, a Polícia Civil do Estado de Rondônia, a Polícia Penal do Estado de Rondônia e a Polícia Federal.

A ação conta com a participação de equipes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, da Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, além dos 1º, 5º e 9º Batalhões da Polícia Militar, do Patrulhamento Tático Móvel do 6º Batalhão, do Centro de Inteligência da Polícia Militar de Rondônia, da Delegacia de Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste e da Unidade de Monitoramento Eletrônico do Sistema Prisional. Ao todo, mais de 70 policiais estão envolvidos na operação.

O principal objetivo da operação é cumprir 26 mandados de prisão preventiva, deferidos pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, nas cidades de Porto Velho, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim e Ouro Preto do Oeste, além de Rio Branco, no Acre, e Catanduvas, no Paraná. As medidas visam à recaptura de réus processados em ação penal decorrente da Operação Escudo de Rondônia, deflagrada em 2025, que investigou uma série de ataques criminosos realizados por facções em diversas cidades do Estado.

Os réus recapturados hoje haviam obtido liberdade provisória mediante a aplicação de medidas cautelares alternativas, após os interrogatórios dos principais acusados, especialmente os autores intelectuais dos ataques de janeiro de 2025. Contudo, a decisão do Juízo de primeira instância foi suspensa liminarmente pelo Desembargador Relator de Medida Cautelar Inominada, conforme solicitado pelo Gaeco do Ministério Público de Rondônia. A partir de agora, os réus deverão aguardar o julgamento de mérito da ação penal no sistema prisional.


Fonte: Informações do site rondonoticias.com.br

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