Morte de mulher por suspeita de H1N1 de Ouro Preto é descartada pela Agevisa

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Vítima morreu de pneumonia no Hospital Estadual de Urgência e Emergência (Heuro) (Foto: Magda Oliveira/G1)
Vítima morreu de pneumonia no Hospital Estadual de Urgência e Emergência (Heuro) (Foto: Magda Oliveira/G1)
Vítima morreu de pneumonia no Hospital Estadual
de Urgência e Emergência (Heuro)
(Foto: Magda Oliveira/G1)

O Núcleo de Epidemiologia do  Complexo Hospitalar Regional de Cacoal (RO) informou nesta terça-feira (12), que foi confirmado pela Agencia Estadual de Vigilância em Saúde  (Agevisa) que a morte de uma mulher de 23 anos, registrada no dia 26 de março no Hospital Regional de Urgência e Emergência (Heuro), foi causada por uma pneumonia e não por H1N1, como se suspeitava anteriormente. Além da mulher, mais seis casos suspeitos da gripe H1N1 foram notificados no município.

Conforme a coordenadora de enfermagem e de epidemiologia, Angela Antunes de Morais Lima, a paciente foi transferida de Ouro Preto do Oeste (RO) para Cacoal, pois apresentava sintomas característicos da gripe H1NI, como dificuldade para respirar e dor no peito. “A morte dela foi tratada como suspeita de H1N1 devido os sintomas que apresentava, mas foi descartada na segunda-feira (11), pela Agevisa”, explica.

Além do caso da paciente que foi descartado pela Agevisa, mais duas mortes são investigadas por suspeitas de H1N1, sendo um paciente de Espigão D’Oeste e outro de Ji-Paraná, que foram transferidos para o município e morreram antes de iniciar o tratamento.

Registros anteriores
Outros casos já registrados são de uma mulher de 54 anos, que já realizou o tratamento contra o vírus, mas continua internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Cacoal para acompanhamento de outra doença, uma gestante, de 33 anos, moradora de Jaru, também em acompanhamento na UTI e uma criança de três anos, de Cacoal, que recebeu o tratamento e teve alta.

O caso mais recente é de um jovem de 16 anos do município de Ji-Paraná, que foi internado no Heuro, em Cacoal, no domingo (10). Ele começou a apresentar sintomas no dia 9 de abril, com febre alta que evoluiu rapidamente para insuficiência respiratória aguda.

Apesar dos casos suspeitos notificados no município, Angela diz que não há motivos para pânico, e que a população deve adotar medidas preventivas que evitem a contaminação. “Não temos motivos para pânico. Na verdade, o que precisamos fazer é nos prevenir, e a principal prevenção recomendada pela Organização Mundial de Saúde é larvar as mãos sempre com água e sabão, ou fazer uso de álcool em gel”, esclarece.

Os materiais para a realização de exames de confirmação da doença começaram a ser coletados na última sexta-feira (8) e são encaminhados para fora do estado. Os resultados devem sair nos próximos 30 dias.

Fonte: G1 RO

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